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<title>Editora Positivo - Tecnologia Educacional</title>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html</link>
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<language>pt-br</language>
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<title>Tecnologia móvel: uma aliada no ambiente educacional </title>
<description>&lt;p&gt;De acordo com o estudioso Andr&amp;eacute; Pestana, no passado, a escola tinha um organograma inflex&amp;iacute;vel, r&amp;iacute;gido e vertical. Hoje, ela &amp;eacute; distribu&amp;iacute;da por setores, tem flexibilidade e mobilidade. Al&amp;eacute;m disso, antes havia pouca valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ser humano. Ao contr&amp;aacute;rio, atualmente, o relacionamento &amp;eacute; humanizado e h&amp;aacute; preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o indiv&amp;iacute;duo, ou seja, o homem volta a ocupar um espa&amp;ccedil;o significativo; a estar no centro da quest&amp;atilde;o (PESTANA, 2008). E isso faz toda a diferen&amp;ccedil;a quando se considera tamb&amp;eacute;m a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tecnologia, pois, a cada dia, ela &amp;eacute; mais individualista e direcionada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o presentes no cotidiano dos alunos. Procurar entend&amp;ecirc;-los e n&amp;atilde;o neg&amp;aacute;-los &amp;eacute; a sa&amp;iacute;da para percorrer um novo trajeto. Dentro dessa perspectiva, percebe-se a import&amp;acirc;ncia da presen&amp;ccedil;a de pr&amp;aacute;ticas educomunicativas e n&amp;atilde;o apenas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pedag&amp;oacute;gicas isoladas, seja em sala de aula ou na gest&amp;atilde;o de uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o educacional. Afinal, o processo de reflex&amp;atilde;o sobre a &amp;aacute;rea da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o/educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser entendido como estrat&amp;eacute;gia valiosa, principalmente, para os gestores educacionais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;As potencialidades das atuais tecnologias s&amp;atilde;o temas de discuss&amp;atilde;o em ambientes acad&amp;ecirc;micos por suas principais caracter&amp;iacute;sticas: o imediatismo e a instantaneidade. Marshall McLuhan (1964) defende os meios como extens&amp;atilde;o do homem. Na era atual, as teorias desse pesquisador se realizam e se renovam. Elas podem ser conferidas por meio da tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que se tornou indispens&amp;aacute;vel desde o advento da internet, pois se adapta ao homem por meio da mobilidade, um sonho muito antigo da humanidade. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Dentro dessa perspectiva, &amp;eacute; not&amp;aacute;vel que a tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o alie-se &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para fazer parte do cotidiano da humanidade. Um exemplo de canal de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que reflete essa jun&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o aparelho celular. Recentemente, ele tem sido visto, pelas empresas, como o objeto de intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o p&amp;uacute;blico quando o assunto &amp;eacute; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Para que isso acontecesse, o celular precisou evoluir e receber adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m de funcionar como telefone, para recebimento e realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de chamadas, passou a cumprir as tarefas dos computadores, por exemplo, com o acesso &amp;agrave; rede mundial de computadores, a internet. Desse modo, esse aparelho permite a interatividade, indo al&amp;eacute;m da tr&amp;iacute;ade linear da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de massa que envolve o emissor-mensagem-receptor, incluindo mais uma etapa: o feedback. Rompe, assim, a barreira que o indiv&amp;iacute;duo tinha de apenas absorver conte&amp;uacute;dos, sem criar um relacionamento ou v&amp;iacute;nculo com ele. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Mclhuan &amp;ndash; te&amp;oacute;rico dos meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e precursor dos estudos midiol&amp;oacute;gicos &amp;ndash; destaca, principalmente, que o meio &amp;eacute; a mensagem, o que significa, em termos da era eletr&amp;ocirc;nica, que j&amp;aacute; se criou um ambiente totalmente novo. O &amp;ldquo;conte&amp;uacute;do&amp;rdquo; desse novo ambiente &amp;eacute; o velho ambiente mecanizado da era industrial&amp;rdquo;. (1964, p. 12). Desse modo, percebe-se que o surgimento da educomunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o aconteceu no exato momento em que as pessoas, estudantes, tiveram o acesso aos canais de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Assim, o conceito hoje, constitu&amp;iacute;do por Mcluhan para educomunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, prop&amp;otilde;e, na verdade, a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ecossistemas comunicativos abertos, dial&amp;oacute;gicos e criativos, nos espa&amp;ccedil;os educativos, quebrando a hierarquia na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do saber, justamente pelo reconhecimento de que todas as pessoas envolvidas no fluxo da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o produtoras de cultura, independentemente de sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o operacional no ambiente educacional. Al&amp;eacute;m, claro, de que todas elas t&amp;ecirc;m acesso a canais que permitem a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. De acordo com Rego (1986), se alguns poderes legitimam a empresa, a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exerce igualmente um certo e grande poder. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Segundo pesquisa realizada pelo instituto Synovate, o celular &amp;eacute; o item tecnol&amp;oacute;gico onipresente entre jovens e adultos do Brasil, da China e do Reino Unido. O levantamento sobre h&amp;aacute;bitos de consumo foi feito com 432 jovens de cada pa&amp;iacute;s. O resultado aponta que 90% dos jovens p&amp;oacute;s-adolescentes j&amp;aacute; t&amp;ecirc;m celular e 24% planejam comprar um novo. Intensificando no terreno do Brasil, a pesquisa aponta que 95% dos jovens brasileiros possuem celular e 17% n&amp;atilde;o vivem sem celular (Revista &amp;Eacute;poca Neg&amp;oacute;cios, 2009, p. 32). &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Por permitir o relacionamento interativo, esse canal est&amp;aacute; sendo estudado por alguns poucos especialistas em mobile marketing, como Fernando Rom&amp;aacute;n. Essa &amp;aacute;rea visa principalmente ao p&amp;uacute;blico jovem, a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica. Por conta disso, cabe &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es educacionais a an&amp;aacute;lise dessa nova possibilidade que se abre dentro do marketing de relacionamento, por meio da educomunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Ao contr&amp;aacute;rio do que muitos pensam, o celular n&amp;atilde;o precisa ser um problema dentro da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Como canal de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pode ser &amp;uacute;til, &amp;aacute;gil e de baixo custo, al&amp;eacute;m de estar dentro do conceito de educomunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que aponta que sua rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a tecnologia est&amp;aacute; na raz&amp;atilde;o direta da liberdade de express&amp;atilde;o e da possibilidade do acesso &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por exemplo. Assim, seu uso permite a quebra da hierarquia na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do saber, justamente pelo reconhecimento de que todas as pessoas envolvidas no fluxo da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o produtoras de conte&amp;uacute;do e cultura, independentemente de sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o operacional no ambiente escolar. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A educomunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nesse cen&amp;aacute;rio, pode ser utilizada como uma ferramenta de gest&amp;atilde;o educacional. Por meio de canais e ferramentas de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode tomar rumos que favorecem a cidadania e a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Com o uso das novas tecnologias, isso se torna poss&amp;iacute;vel e vi&amp;aacute;vel por meio do marketing de relacionamento e do mobile marketing. Isso porque a cada dia torna-se percept&amp;iacute;vel a import&amp;acirc;ncia da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o colocar um olhar mais anal&amp;iacute;tico sobre as necessidades e costumes dos indiv&amp;iacute;duos que est&amp;atilde;o em seu contexto &amp;ndash; pais, alunos, professores, educadores, gestores educacionais &amp;ndash; entendendo como ele consome os produtos e servi&amp;ccedil;os oferecidos por ela. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Diante dessas mudan&amp;ccedil;as, h&amp;aacute; que se pensar que a escola n&amp;atilde;o pode ficar ausente &amp;agrave;s transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es proporcionada pelas novas tecnologias (que aconteceram, acontecem e vir&amp;atilde;o acontecer num futuro muito pr&amp;oacute;ximo). De acordo com Pestana, uma gest&amp;atilde;o educacional moderna &amp;ldquo;pressup&amp;otilde;e di&amp;aacute;logo, abertura e, principalmente, participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o: alunos, pais, professores e sociedade&amp;rdquo; (2008, p. 35). &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;E, justamente esse p&amp;uacute;blico merece aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto ao uso de tecnologias individuais, como o de celular smartphone, por exemplo. Esse aparelho eletr&amp;ocirc;nico tem a capacidade de acesso &amp;agrave; internet, promovendo o mundo na palma da m&amp;atilde;o do usu&amp;aacute;rio. Para contribuir ainda mais, suas ferramentas proporcionam interatividade, via SMS (mensagens multim&amp;iacute;dia), mensagens de texto, programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agenda, arquivamento de documentos de texto, imagens, v&amp;iacute;deos, planilhas, jogos e muito mais. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Com a tenologia m&amp;oacute;vel isso se amplia e aproxima-se a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; cidadania. Ao mercado educacional, a realidade n&amp;atilde;o se apresenta diferente, a cada dia, a tecnologia m&amp;oacute;vel oferece algo novo e inovador. O mais recente, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o das plataformas denominadas mobile learning, utilizada no Brasil pela operadora de telefonia celular, Vivo, para o ensino do idioma ingl&amp;ecirc;s; Al&amp;eacute;m disso, h&amp;aacute; as &amp;ldquo;simula&amp;ccedil;&amp;otilde;es participativas&amp;rdquo; (Revista Veja, 2009), nas quais os estudantes atuam ativamente na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;dos e conhecimento, al&amp;eacute;m de tornarem-se atores sociais da democratica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Isso exemplifica que a tecnologia do smarthphone vem tornando-se um canal interessante para ser explorado pelos gestores educacionais. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O que se conclui &amp;eacute; que fugir dessas tecnologias n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais uma alternativa para quem se encontra em qualquer ramo de neg&amp;oacute;cio. A gest&amp;atilde;o educacional precisa compreender as tecnologias m&amp;oacute;veis e as profundas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es e mudan&amp;ccedil;as que resultam do surgimento e aperfei&amp;ccedil;oamento delas &amp;ndash; tanto no comportamento e nos h&amp;aacute;bitos de consumo de jovens e adultos como em toda a sociedade.&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-09-28 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=9bc5a1e3d43b4702b10ca597076941de</link>
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<title>Eles sabem demais, eu sei de menos? Isso realmente é verdade?</title>
<description>&lt;p&gt;Cada vez que nos deparamos com um novo artefato da tecnologia contempor&amp;acirc;nea, somos tentados a chamar &amp;ldquo;algu&amp;eacute;m mais novo&amp;rdquo; para nos auxiliar. Seja no celular, no computador, no DVD (que virou Blue Ray), no GPS... Parece que eles sabem mais do que n&amp;oacute;s... Quem j&amp;aacute; viu um adolescente lendo um manual de instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es?&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;De fato, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores, os jovens de hoje t&amp;ecirc;m um conhecimento inato acerca dos recursos tecnol&amp;oacute;gicos contempor&amp;acirc;neos. Nascem &amp;ldquo;alfabetizados digitalmente&amp;rdquo; e s&amp;atilde;o surpreendentes de modo geral.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;De modo intuitivo ou emp&amp;iacute;rico, todos v&amp;ecirc;m sentindo essas diferen&amp;ccedil;as. Muito se deve &amp;agrave;s tecnologias contempor&amp;acirc;neas. Os alunos parecem ser naturalmente plugados, conectados. A gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o C &amp;ndash; Gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conhecimento, da Conectividade, da Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;N&amp;oacute;s, ao contr&amp;aacute;rio, somos frutos de uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnicista, compartimentada, anal&amp;oacute;gica por assim dizer, anterior a todo esse movimento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;As consequ&amp;ecirc;ncias s&amp;atilde;o &amp;oacute;bvias: sentimo-nos diferentes dos alunos e, &amp;agrave;s vezes, parece-nos que eles, nesse assunto, sabem muito mais do que n&amp;oacute;s.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Vamos por partes...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Diferentes? Sim. Sabemos menos? Depende. Tem solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o? Com toda certeza.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Para entender a complexidade dessa quest&amp;atilde;o, &amp;eacute; preciso analisar as diferen&amp;ccedil;as das gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Enquanto nossa educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e viv&amp;ecirc;ncias nos proporcionaram uma vis&amp;atilde;o verticalizada dos conhecimentos e das nossas habilidades, nosso aluno tem uma vis&amp;atilde;o horizontal. E al&amp;eacute;m de horizontal, inter- -relacionada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;N&amp;oacute;s executamos uma tarefa de cada vez, com grande dose de concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, enquanto os jovens s&amp;atilde;o multitarefeiros: est&amp;atilde;o plugados na web, navegando em sites, fazendo download de m&amp;uacute;sicas e v&amp;iacute;deos, teclando com 15 pessoas ao mesmo sobre assuntos diferentes no MSN, atualizando a p&amp;aacute;gina do ORKUT, com a TV e o r&amp;aacute;dio ligados e de quebra, ainda est&amp;atilde;o realizando as tarefas escolares ou estudando para as provas...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; preciso desmistificar essa ideia de que eles sabem mais. Nossos alunos t&amp;ecirc;m conhecimentos e habilidades diferentes dos nossos. Precisamos compartilhar e trocar com eles. Buscar entender como essas cabecinhas funcionam, qual l&amp;oacute;gica e qual linha de racioc&amp;iacute;nio utilizam... Precisamos nos aproximar dos nossos alunos, conhecendo o mundo digital em que vivem, respeitando e valorizando o conhecimento deles e fortalecendo e estreitando as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Do mesmo modo, devemos compartilhar com eles as nossas habilidades, em especial a de concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, c&amp;aacute; entre n&amp;oacute;s, tem estado ausente da vida dos nossos pupilos.&lt;br /&gt;&#13;
Enfim, concluo este artigo com um convite &amp;agrave; reflex&amp;atilde;o, partilhando um pensamento atribu&amp;iacute;do a Alfredo Martini J&amp;uacute;nior&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;quot;Ensinar &amp;eacute; um reflexo de aprender. Um espelha o outro! Quem ensina est&amp;aacute; aprendendo! Quem aprende est&amp;aacute; ensinando!&amp;quot;&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-06-15 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=d16da8f384834f4dae37f5ed97569096</link>
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<title>Quando o inimigo mora ao lado</title>
<description>&lt;p&gt;&amp;quot;Gorda&amp;rdquo;, &amp;ldquo;Quatro-olhos&amp;rdquo;, &amp;ldquo;CDF&amp;rdquo;... Essas &amp;ldquo;gentilezas&amp;rdquo;, infelizmente comuns no cotidiano escolar, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o apenas uma falta de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou, ainda, uma brincadeirinha, como justificam alguns...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Essas pr&amp;aacute;ticas de humilha&amp;ccedil;&amp;atilde;o, intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o e agress&amp;atilde;o s&amp;atilde;o &lt;i&gt;bullying, &lt;/i&gt;uma forma de viol&amp;ecirc;ncia executada repetidamente em um relacionamento no qual h&amp;aacute; dois personagens centrais: o forte (que pode ser um indiv&amp;iacute;duo ou um grupo) e o fraco.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Oriundo do &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;cyberbullying&lt;/i&gt; nada mais &amp;eacute; do que o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; potencializado pelos recursos tecnol&amp;oacute;gicos contempor&amp;acirc;neos. Criam-se comunidades para &amp;ldquo;avacalhar&amp;rdquo; com um colega, um professor, um atendente de p&amp;aacute;tio. H&amp;aacute; trocas de fotos e v&amp;iacute;deos nos quais a v&amp;iacute;tima &amp;eacute; colocada em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es humilhantes. Tudo isso via &lt;i&gt;web&lt;/i&gt; e, &amp;agrave;s vezes, em tempo real.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A escola &amp;eacute; um local comum de pr&amp;aacute;tica de &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;cyberbullying&lt;/i&gt; e deve tratar o problema com todo o respeito e cuidado que merece. Al&amp;eacute;m de todas as quest&amp;otilde;es psicol&amp;oacute;gicas que v&amp;atilde;o desde a baixa autoestima at&amp;eacute; casos de suic&amp;iacute;dio, existem as quest&amp;otilde;es de ordem pedag&amp;oacute;gica e de evas&amp;atilde;o escolar. Afinal, que aluno, v&amp;iacute;tima de &lt;i&gt;bullying,&lt;/i&gt; consegue aprender e deseja continuar na escola? Que professor deseja entrar em uma sala de aula onde os alunos criaram uma comunidade: &amp;ldquo;Eu odeio professor Fulano de tal&amp;rdquo;?&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A melhor medida &amp;eacute; a preventiva, com certeza. Informar, formar e melhorar.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Informar pais, professores e alunos sobre o &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;cyberbullying&lt;/i&gt;, suas pr&amp;aacute;ticas e consequ&amp;ecirc;ncias, incluindo as legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Formar os grupos por meio de palestras, leituras e grupos de apoio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Melhorar os relacionamentos, fazendo com que a sua comunidade escolar, em especial os alunos, entendam que devemos tratar os outros como gostar&amp;iacute;amos de ser tratados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A ONG Diga n&amp;atilde;o ao &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; (&lt;a href="http://www.diganaoaobullying.com.br/"&gt;http://www.diganaoaobullying.com.br&lt;/a&gt;) disponibiliza material gratuitamente, inclusive palestras e cursos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;a a sua parte, diga n&amp;atilde;o ao &lt;i&gt;bullying&lt;/i&gt; voc&amp;ecirc; tamb&amp;eacute;m!&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-06-15 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=a1aee5317be14a88a3e00176179099b9</link>
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<title>A escola e os desafios da inserção da tecnologia no cotidiano escolar</title>
<description>&lt;p&gt;H&amp;aacute; um consenso sobre a necessidade do uso de computadores na escola. Montam-se laborat&amp;oacute;rios ou salas de Inform&amp;aacute;tica, investe-se em softwares, capacitam-se professores, mas ainda pode-se perceber que os resultados s&amp;atilde;o insatisfat&amp;oacute;rios.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A maioria das escolas ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; preparada para o fluxo intenso e din&amp;acirc;mico das tecnologias contempor&amp;acirc;neas. Fica sempre a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que se est&amp;aacute; &amp;ldquo;correndo atr&amp;aacute;s do preju&amp;iacute;zo&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&#13;
Em minhas consultorias, &amp;eacute; muito comum ouvir os diretores e coordenadores mencionando o fato: &amp;ldquo;Investimos muito nos laborat&amp;oacute;rios neste ano e os computadores j&amp;aacute; d&amp;atilde;o sinais de estarem ultrapassados.&amp;rdquo;; &amp;ldquo;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; banda larga de internet que contente os meus alunos.&amp;rdquo;; &amp;ldquo;Os softwares que compramos n&amp;atilde;o foram utilizados.&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;De modo geral, as escolas t&amp;ecirc;m enfrentado os mesmos desafios. Minha percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que ela tem se focado muito nas quest&amp;otilde;es de hardware e software, sem lan&amp;ccedil;ar um olhar para a quest&amp;atilde;o do recurso humano.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Atividades pedag&amp;oacute;gicas podem ser realizadas de modo satisfat&amp;oacute;rio em um Intel Core2 ou em um Celeron, por exemplo. O que faz a diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do docente para o uso desses recursos. &amp;Eacute; a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa tecnologia ao cotidiano escolar, ao saber cient&amp;iacute;fico que est&amp;aacute; se tratando, &amp;eacute; a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades significativas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Outro desafio &amp;eacute; a ades&amp;atilde;o dos professores ao uso de tais recursos. Fica sempre no ar a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o docente est&amp;aacute; &amp;ldquo;fazendo algo a mais&amp;rdquo;, o que n&amp;atilde;o &amp;eacute; verdadeiro. Precisa-mos conscientizar o grupo de professores de que, como profissionais do mercado que s&amp;atilde;o, devem estar preparados para acompanhar as tend&amp;ecirc;ncias. E a tecnologia &amp;eacute; um requisito b&amp;aacute;sico para qualquer &amp;aacute;rea de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, inclusive na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Por outro lado, a escola deve oferecer condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es adequadas ao professor para o uso da tecnologia: uma sala de Inform&amp;aacute;tica com computadores em perfeito estado de funcionamento e em quantidade suficiente para todos os alunos, acesso &amp;agrave; internet razo&amp;aacute;vel, um auxiliar t&amp;eacute;cnico permanente e um software de gerenciamento dos computadores para tornar a aula mais organizada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Para mudarmos esse quadro, que beira o caos, a receita &amp;eacute; simples e milenar: precisamos come&amp;ccedil;ar do come&amp;ccedil;o. Digo isso porque as escolas t&amp;ecirc;m iniciado &amp;agrave;s avessas: do final para o come&amp;ccedil;o...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Montam os laborat&amp;oacute;rios, &amp;ldquo;capacitam&amp;rdquo; os professores, come&amp;ccedil;am a levar aos alunos para as aulas de Inform&amp;aacute;tica e os resultados s&amp;atilde;o question&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Deve-se iniciar o processo com as seguintes quest&amp;otilde;es b&amp;aacute;sicas:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Por qu&amp;ecirc;? Como? Quem? O qu&amp;ecirc;? Por que tecnologia na minha escola? Como a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses recursos potencializar&amp;aacute; as oportunidades de aprendizado dos meus alunos? Quem ser&amp;atilde;o as pessoas respons&amp;aacute;veis por esse processo e quais suas principais atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es? O que desejo ofertar aos meus alunos?&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Depois de respondidas a essas quest&amp;otilde;es, parte-se para os desdobramentos de cada uma delas e para a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o propriamente dita. Assim, terei uma sala de Inform&amp;aacute;tica de acordo com as necessidades dos meus alunos e docentes. Tamb&amp;eacute;m investirei nas capacita&amp;ccedil;&amp;otilde;es corretas, nos softwares adequados, na banda larga indicada, etc.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Com essa roda girando, est&amp;aacute;vel e coerentemente, as inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o agregadas de modo natural e os resultados come&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o, gradativamente, a aparecer!&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-06-14 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=ce48ecd714674283996196bc429874e4</link>
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<title>Pesquisas escolares e internet</title>
<description>&lt;p&gt;Um dos grandes desafios do cotidiano escolar atualmente &amp;eacute; o uso da internet, pelos alunos, para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tarefas e pesquisas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Muitos colegas reclamam que seus educandos fazem uma &amp;ldquo;mera c&amp;oacute;pia&amp;rdquo; de sites especializados (e outros nem tanto) e que, desse modo, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; produtividade nem aprendizagem efetiva.&lt;br /&gt;&#13;
O fato &amp;eacute; que o dilema c&amp;oacute;pia x pesquisa n&amp;atilde;o &amp;eacute; novo. Ele coexiste com a escola h&amp;aacute; muitos anos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Tenho calos nos dedos anular e indicador da m&amp;atilde;o direita de tanto &amp;ldquo;copiar&amp;rdquo; informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de enciclop&amp;eacute;dias e livros. O conceito que aprendi nos primeiros anos escolares era: quanto maior a volume de p&amp;aacute;ginas da pesquisa, melhor a nota.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Assim, a quest&amp;atilde;o est&amp;aacute; na metodologia da pesquisa que, comumente, s&amp;oacute; &amp;eacute; revelada aos alunos no Ensino M&amp;eacute;dio e Superior. (E, c&amp;aacute; entre n&amp;oacute;s, vira o tal monstro TCC &amp;ndash; Trabalho de Conclus&amp;atilde;o de Curso).&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A responsabilidade das falhas nas pesquisas n&amp;atilde;o &amp;eacute; nem da internet, muito menos dos alunos. Cabe a n&amp;oacute;s, educadores, a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de orientar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tarefas e pesquisas escolares, independentemente da faixa et&amp;aacute;ria do aluno. N&amp;oacute;s devemos conduzir esse trabalho, principalmente se essa pesquisa for realizada na internet.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;E o que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio pautar com os alunos?&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;1) Comentar sobre as quest&amp;otilde;es &amp;eacute;ticas da pesquisa, falando sobre propriedade intelectual, direitos autorais, obras de dom&amp;iacute;nio p&amp;uacute;blico, uso de imagens, etc. E da internet, n&amp;atilde;o utilizar conte&amp;uacute;dos e materiais da web sem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou men&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fonte.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;2) Descrever minuciosamente o assunto de que est&amp;aacute; tratando. Por exemplo, n&amp;atilde;o adianta mandar uma pesquisa sobre &amp;ldquo;Hist&amp;oacute;ria do Brasil&amp;rdquo;. &amp;Eacute; muito amplo! &amp;Eacute; importante definir especificamente o tema a ser tratado: Fam&amp;iacute;lia Real, Brasil Col&amp;ocirc;nia, aboli&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escravatura e suas consequ&amp;ecirc;ncias econ&amp;ocirc;micas, etc. Deve-se especificar sem medo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;3) Fazer uma pr&amp;eacute;-sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o de, pelo menos cinco sites fidedignos, nos quais os alunos possam encontrar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;eacute;-validadas pelo professor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;4) Solicitar outras fontes de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para tornar a atividade mais ampla, como livros, programas de televis&amp;atilde;o, filmes, etc. &amp;Eacute; essencial desmistificar a quest&amp;atilde;o de que a internet &amp;eacute; a &amp;uacute;nica fonte de pesquisa. Pode ser a mais r&amp;aacute;pida, mas n&amp;atilde;o a &amp;uacute;nica, nem tampouco a melhor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;5) Trabalhar com o grupo a diferen&amp;ccedil;a entre uma pesquisa e uma simples c&amp;oacute;pia. Certamente n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma tarefa simples nem r&amp;aacute;pida, mas fundamental.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;6) Orientar os alunos a estarem &amp;ldquo;focados&amp;rdquo; na pesquisa, pois, na web, o risco de dispers&amp;atilde;o sempre &amp;eacute; enorme. O &amp;ldquo;pecado&amp;rdquo; mora ao lado!&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;7) Salientar que a internet &amp;eacute; fonte de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e tamb&amp;eacute;m de confus&amp;atilde;o. Pode haver erros conceituais, defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es defasadas e toda sorte de inverdades. Tudo precisa ser confirmado com outras fontes! (Vale novamente a dica de solicitar sempre uma segunda fonte que possa confirmar ou contrapor as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es oriundas da internet!)&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;8) Como o Google &amp;eacute; a ferramenta de busca mais popular do momento, apresentar aos alunos o Google scholar (http://scholar.google.com.br/), que &amp;eacute; especializado no mundo acad&amp;ecirc;mico.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;9) Caso essa tarefa possa ser ampliada para um projeto, pode-se montar um blog ou uma &amp;ldquo;wiki&amp;rdquo; com os alunos e tornar a atividade compartilhada entre a turma e os pais. Os resultados s&amp;atilde;o fant&amp;aacute;sticos e a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; gratuita!&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;10) N&amp;atilde;o se omita de dar as devidas orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos seus &amp;ldquo;pupilos&amp;rdquo;, pois voc&amp;ecirc; &amp;eacute; correspons&amp;aacute;vel pela forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas vidas!&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-06-14 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=d0adff023366418ba70242fa1cf1caef</link>
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<title>Não sei nada de tecnologia</title>
<description>&lt;p&gt;Na verdade, a tecnologia sempre esteve presente na vida do homem. Podemos entender como tecnologia todas as t&amp;eacute;cnicas e artefatos desenvolvidos pelo homem que objetivam facilitar a vida e que promovem a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o humana. Assim, a roda &amp;eacute; uma tecnologia. O quadro de giz, o giz e o apagador s&amp;atilde;o tecnologias. Os &amp;oacute;culos e o rel&amp;oacute;gio de pulso s&amp;atilde;o tecnologias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O curioso &amp;eacute; que, por estarmos muito acostumados com essas &amp;ldquo;tecnologias&amp;rdquo;, muitas vezes, nem paramos para pensar sobre elas. Nascemos com tudo isso funcionando &amp;ldquo;muito bem, obrigada&amp;rdquo;. Estamos definitivamente apropriados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O desafio que vivemos na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; alicer&amp;ccedil;ado exatamente nessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As tecnologias contempor&amp;acirc;neas: computadores, internet, softwares, celulares, etc. surgiram depois que n&amp;oacute;s, os nascidos antes dos anos 1990, considerados estrangeiros neste mundo virtual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O primeiro passo &amp;eacute; desmistificar este pr&amp;eacute;-conceito. Somos estrangeiros, mas podemos nos apropriar. Podemos (e devemos) aprender e ser, ao menos, turistas digitais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Segundo, n&amp;atilde;o necessariamente uma nova tecnologia substitui a outra. Vale telefone fixo e celular, gasolina ou &amp;aacute;lcool. Dinheiro, cheque e cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Transpondo essa an&amp;aacute;lise para a sala de aula, podemos concluir que todas as estrat&amp;eacute;gias e materiais pedag&amp;oacute;gicos utilizados na escola continuam v&amp;aacute;lidos: material did&amp;aacute;tico, cadernos, livros complementares, feiras, passeios, massinha, tinta... Precisamos apenas agregar novas ferramentas e possibilidades de aprendizagem.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Terceiro, o mundo gira... 24 x 7 x 4 x 12. Vinte e quatro horas por dia, sete dias da semana, quatro semanas no m&amp;ecirc;s, doze meses no ano... Precisamos acompanhar a ciranda do mundo. Precisamos dan&amp;ccedil;ar conforme o ritmo, hoje intitulado internet!&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Independentemente do ano em que nascemos, estamos todos em 2010 e precisamos nos apropriar dos movimentos e saltos da humanidade. Principalmente pelo fato de que somos os &amp;ldquo;preparadores f&amp;iacute;sicos&amp;rdquo; de toda essa gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que aprendeu a andar e agora d&amp;aacute; seus primeiros saltos rumo ao futuro.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Se voc&amp;ecirc; diz que n&amp;atilde;o sabe nada de tecnologia, est&amp;aacute; enganado. Voc&amp;ecirc; conhece muitas tecnologias. Domina com maestria mais um tanto delas. Dirige autom&amp;oacute;veis, sabe usar uma tesoura, fala ao celular, l&amp;ecirc; os SMS que seu filho envia, saca dinheiro no caixa r&amp;aacute;pido do banco, envia o imposto de rede via web...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Agora &amp;eacute; s&amp;oacute; continuar!&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-06-10 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=b598897c8e5344b1b79d6e5fff78750e</link>
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<title>Lápis e Computadores</title>
<description>&lt;p&gt;Herbert Kohl &amp;eacute; um educador muito conhecido nos Estados Unidos desde o final da d&amp;eacute;cada de 60, quando publicou o livro 36 Children, relato de seu trabalho com uma turma de crian&amp;ccedil;as marginalizadas (de 11 a 14 anos), no Harlem, em Nova Iorque.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O livro, um cl&amp;aacute;ssico da pedagogia, conta hist&amp;oacute;rias muito bonitas e reais, e &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de Ao mestre com carinho da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o prim&amp;aacute;ria nos guetos. Trinta anos depois, Herbert Kohl continua comprometido com a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das crian&amp;ccedil;as marginalizadas da Am&amp;eacute;rica, especialmente negras e latinas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Poder&amp;iacute;amos esperar, talvez, que ele visse os computadores de forma negativa, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; isso que acontece: &amp;eacute; ele que assina o pref&amp;aacute;cio do livro Computers in the classroom, publicado em 1996 pela Apple Press, relato de meia d&amp;uacute;zia de experi&amp;ecirc;ncias muito interessantes em que computadores Macintosh foram parar no cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de salas de aula dos EUA. Para Kohl, os computadores permitem que cada sala de aula se torne &amp;quot;um centro de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma casa de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um centro de arte multim&amp;iacute;dia e um centro de pesquisas, onde o aluno pode se valer dos recursos da Livraria do Congresso e do Instituto Smithsoniano&amp;quot;.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O potencial dos computadores &amp;eacute; muito grande para renovar a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atualizar os curr&amp;iacute;culos, conseguir resultados de aprendizagens &amp;oacute;timos para todas as crian&amp;ccedil;as, mas, em um grande n&amp;uacute;mero de casos, os computadores n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o utilizados adequadamente pelas escolas. Em vez de aproveitar suas grandes possibilidades para implementar uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o renovada, os computadores acabam em algum canto da escola, encostados ou servindo como simples apoio &amp;agrave;s mat&amp;eacute;rias tradicionais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Isso irrita muito H. Kohl, que percebe o imenso desperd&amp;iacute;cio deste formid&amp;aacute;vel instrumento. Ele conta que, quando usou seu primeiro computador, muitos se perguntavam: &amp;quot;Ser&amp;aacute; que ele deve ir para as atividades de escrita, matem&amp;aacute;tica, ci&amp;ecirc;ncias ou para o centro de artes? Eu recoloquei a quest&amp;atilde;o, pensando em outros instrumentos. Eu nunca limitei l&amp;aacute;pis, canetas ou r&amp;eacute;guas a um lugar apenas. Eles eram &amp;uacute;teis para tudo.&amp;quot;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Mas o computador &amp;eacute; muito mais que um l&amp;aacute;pis, &amp;eacute; uma poderos&amp;iacute;ssima &amp;quot;extens&amp;atilde;o da mente.&amp;quot; No Brasil, o desperd&amp;iacute;cio de seu potencial pela maioria das escolas particulares &amp;eacute; grave, mas o meio familiar vai proporcionar a essas crian&amp;ccedil;as todas as chances de lidar e conhecer as possibilidades destes incr&amp;iacute;veis &amp;quot;p&amp;oacute;s-l&amp;aacute;pis&amp;quot;.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Triste &amp;eacute; pensarmos no que acontece em nossas escolas p&amp;uacute;blicas, onde as crian&amp;ccedil;as das fam&amp;iacute;lias mais humildes encontram uma das &amp;uacute;nicas chances de conhecer, de explorar e dominar o imenso potencial pedag&amp;oacute;gico dos computadores. Ser&amp;aacute; que, para al&amp;eacute;m do &amp;quot;analfabetismo&amp;quot;, do &amp;quot;iletrismo&amp;quot; &amp;mdash; filho de m&amp;eacute;todos educacionais escandalosamente ultrapassados &amp;mdash; n&amp;atilde;o estamos aprofundando ainda mais as disparidades sociais neste pa&amp;iacute;s, ao permitir por omiss&amp;atilde;o, conservadorismo e ignor&amp;acirc;ncia &amp;mdash; que seja criado um novo tipo de exclus&amp;atilde;o, que os franceses j&amp;aacute; chamam de &amp;quot;iletronismo&amp;quot;? Infelizmente, parece que sim...&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-05-17 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=52764ba5e371411ea05fbe6c4b4b4981</link>
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<title>Os novos artefatos informatizados e as chances de uma escola mais legal</title>
<description>&lt;p style="text-align: left;"&gt;- E voc&amp;ecirc; sabe pra que serve o celular?&lt;br /&gt;&#13;
- Serve pra tirar foto da gente e tamb&amp;eacute;m pra falar com as pessoas!&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;(Maria Eduarda, aos 2 anos e 10 meses)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Em pleno s&amp;eacute;culo XXI, ser&amp;aacute; que a escola est&amp;aacute; usando os computadores com efici&amp;ecirc;ncia? Ou ser&amp;aacute; que eles ainda correm o risco de ter o mesmo destino da televis&amp;atilde;o? Muitos de n&amp;oacute;s lembramos de como a TV &amp;mdash; vista inicialmente como um recurso capaz de revolucionar nossas escolas &amp;mdash; acabou sendo engolida pelo conservadorismo did&amp;aacute;tico e completamente &amp;ldquo;fagocitada&amp;rdquo; pela in&amp;eacute;rcia de uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que provou e continua comprovando sua incapacidade de se transformar.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Essa &amp;eacute; uma pergunta importante, pois vivemos um momento em que as tend&amp;ecirc;ncias de evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das tecnologias informatizadas abrem novas perspectivas para uma renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escola. Esse potencial existe porque a acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das inova&amp;ccedil;&amp;otilde;es leva &amp;agrave; multiplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos artefatos informatizados mais potentes, completos e individualizados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Dos laptops mais baratos aos telefones que fazem de tudo, surgem instrumentos &amp;mdash; cada vez mais ao nosso alcance &amp;mdash; que abrem novas perspectivas para a pesquisa, o transporte e o consumo de bens culturais, a troca de mensagens e para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades de autoria de todos os tipos. Resta saber se a escola saber&amp;aacute; explorar essas possibilidades.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A reflex&amp;atilde;o sobre o aproveitamento dos computadores e dos novos artefatos informatizados n&amp;atilde;o pode ignorar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual da escola. A universaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, as crises econ&amp;ocirc;micas e ambientais, a influ&amp;ecirc;ncia crescente das m&amp;iacute;dias e a perda de autoridade dos pais est&amp;atilde;o entre os fatores que deram origem a uma crise de legitimidade da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Em uma frase lapidar, Perrenoud resume bem o que acontece: &amp;ldquo;pede-se &amp;agrave; escola que instrua uma juventude cuja ades&amp;atilde;o ao projeto de escolariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o est&amp;aacute; mais garantida.&amp;rdquo;[i]&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos computadores &amp;agrave; escola deve ser repensada com base no aumento de suas possibilidades de uso individualizado por alunos e alunas. Talvez, nos pr&amp;oacute;ximos anos, possamos comparar escolas em que os computadores continuarem presentes apenas em laborat&amp;oacute;rios a uma escola que, h&amp;aacute; algumas d&amp;eacute;cadas atr&amp;aacute;s, tivesse apenas algumas d&amp;uacute;zias de l&amp;aacute;pis e canetas reunidos e utilizados em uma &amp;uacute;nica sala, visitada periodicamente por cada uma de suas turmas...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Mas como explorar os novos artefatos? De maneira extremamente gen&amp;eacute;rica, podemos esbo&amp;ccedil;ar dois grandes objetivos que deveriam orientar a expans&amp;atilde;o do uso de novas tecnologias em nossas escolas:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; Individualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e multiplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos percursos de aprendizagem e dos meios de express&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Em um mundo em que o acesso ilimitado aos mais diversos conte&amp;uacute;dos se democratiza, selecionar, editar e reconhecer o que &amp;eacute; ou n&amp;atilde;o confi&amp;aacute;vel torna-se fundamental. N&amp;atilde;o &amp;eacute; mais apenas o professor que exerce a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensinar, pois, nas escolas, cada estudante tem espa&amp;ccedil;o para dividir seus conhecimentos, suas produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es e suas prefer&amp;ecirc;ncias com os outros. Os artefatos informatizados somam-se a objetos como canetas, pinc&amp;eacute;is, fantasias e instrumentos musicais para compor um conjunto de recursos que s&amp;atilde;o empregados nas mais diversas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que envolvem a express&amp;atilde;o art&amp;iacute;stica, a pesquisa, o debate e a (re)interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos eventos do mundo. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; Intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e abertura de novos horizontes em todas as escolas e escalas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Dos processos internos relativos a cada turma e a cada escola - que deve funcionar como &amp;ldquo;uma comunidade em miniatura&amp;rdquo; - &amp;agrave;s intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a comunidade, com outras escolas e outros lugares, uma escola deve ser &amp;ldquo;um ambiente din&amp;acirc;mico em &amp;iacute;ntima conex&amp;atilde;o com a regi&amp;atilde;o e a comunidade&amp;rdquo;, como j&amp;aacute; prescrevia, em 1932, o Manifesto dos Pioneiros da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nova, de onde retiramos os dois trechos entre aspas acima. E, de fato, os computadores permitem dar uma nova dimens&amp;atilde;o &amp;agrave;s id&amp;eacute;ias de toda a tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o escolanovista &amp;mdash; jamais colocadas em pr&amp;aacute;tica em escala significativa, &amp;eacute; importante lembrar. [ii] O seu aproveitamento viabiliza a abertura de novos horizontes, pesquisas e di&amp;aacute;logos com qualquer lugar e facilita uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tamb&amp;eacute;m busca a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cidadania planet&amp;aacute;ria. &lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Com a ajuda dos computadores e das novas levas de artefatos que surgir&amp;atilde;o nos pr&amp;oacute;ximos anos, ser&amp;aacute; mais f&amp;aacute;cil criarmos uma rede escolar mais interessante, que abrir&amp;aacute; cada vez mais espa&amp;ccedil;o para a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o imprevisto, para atividades de pesquisa e de autoria, e para processos de auto-aprendizagem e de auto-avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Portanto, em melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de recuperar uma relev&amp;acirc;ncia que vem sendo erodida pelas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es da sociedade &amp;mdash; somadas ao imobilismo de uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tem grandes dificuldades para repensar suas formas convencionais de se organizar, de ensinar e de avaliar. Talvez, com os novos artefatos, finalmente seja poss&amp;iacute;vel mudar a escola para que ela possa se tornar, ao mesmo tempo, mais legal e mais leg&amp;iacute;tima...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;i PERRENOUD, Philippe. Construir as compet&amp;ecirc;ncias desde a escola. Porto Alegre: Artes M&amp;eacute;dicas, 1999. p. 15.&lt;br /&gt;&#13;
ii Como afirma Perrenoud de forma conclusiva: &amp;ldquo;o paradoxo &amp;eacute; que denunciam-se os estragos de uma revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica que jamais aconteceu ao n&amp;iacute;vel dos fatos.&amp;rdquo; Traduzido de: PERRENOUD, Philippe. M&amp;eacute;tier d&amp;rsquo;&amp;eacute;l&amp;egrave;ve et sens du travail scolaire. 2. ed. Paris: ESF, 1995. p. 17.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-05-17 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=891a2345dbba42b9933ba6c3d52c6b67</link>
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<title>A escola e as novas tecnologias</title>
<description>&lt;p&gt;Mesmo com todas as novas tecnologias e a necessidade de inclu&amp;iacute;-las no processo educativo, uma boa escola continua a ser o que sempre foi: acima de tudo, um espa&amp;ccedil;o em que crian&amp;ccedil;as e adolescentes se encontram, em um ambiente, regulado por adultos qualificados, que oferece prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra o mundo e em que todos s&amp;atilde;o tratados com aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e com respeito.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Essa exig&amp;ecirc;ncia fundamental de boas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es humanas vale para qualquer tipo de escola, por maiores que possam ser as diferen&amp;ccedil;as entre os princ&amp;iacute;pios filos&amp;oacute;ficos e os valores, as concep&amp;ccedil;&amp;otilde;es do papel da religi&amp;atilde;o, da autoridade, as prioridades de ensino, em termos tanto de conte&amp;uacute;dos como de m&amp;eacute;todos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cada escola possui seu jeito pr&amp;oacute;prio de ser e de educar. Mas, para todas elas, n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais poss&amp;iacute;vel ignorar as novas tecnologias, pois elas podem melhorar tremendamente a quantidade e a qualidade da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o oferecida.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Do ensino curricular mais tradicional &amp;agrave;s formas mais &amp;quot;alternativas&amp;quot; de educar, qualquer escola s&amp;oacute; tem a ganhar com a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos como os da inform&amp;aacute;tica e da Internet.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;De certa forma, n&amp;atilde;o aproveitar as novas tecnologias e o que elas podem nos trazer &amp;ndash; em termos de possibilidades de pesquisa, de aprendizagem, de autoria e de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; est&amp;aacute; ficando cada vez mais parecido com o que seria educar antigamente ignorando canetas e livros...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Em escolas particulares e nas redes p&amp;uacute;blicas, uma nova tarefa de pais que buscam a melhor educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para seus filhos passa a ser pressionar no sentido da incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas tecnologias ao processo educativo. &amp;Eacute; preciso conscientizar-se, especialmente, de que o seu n&amp;atilde;o aproveitamento em nossas escolas p&amp;uacute;blicas j&amp;aacute; est&amp;aacute; criando um novo tipo de exclus&amp;atilde;o social, o &amp;quot;iletronismo&amp;quot;, e corremos o risco de formar gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de jovens de origem popular que n&amp;atilde;o puderam explorar e dominar as novas tecnologias nem em seus lares nem nas escolas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Em suma, mesmo se as constantes revolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas precisam ser levadas em conta, uma boa escola continua sendo aquela na qual confiamos e &amp;agrave; qual nossos filhos retornam com prazer. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica capaz de transformar um espa&amp;ccedil;o pobre em rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es humanas em um lugar interessante e capaz de gerar uma boa educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Isso ainda &amp;eacute; o fundamental e &amp;eacute; a partir da&amp;iacute; que podem ser experimentadas novas formas de ensinar e de aprender, cujo potencial apenas come&amp;ccedil;amos a vislumbrar.&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-05-13 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=e70a51ded9924492a627f42c74d77c65</link>
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<title>A paciência de Jó dos computadores</title>
<description>&lt;p&gt;Existe uma grande diferen&amp;ccedil;a entre a atividade de um pesquisador acad&amp;ecirc;mico e a de um professor ou de um pedagogo: enquanto pesquisadores buscam an&amp;aacute;lises detalhadas e certezas comprovadas, pedagogos n&amp;atilde;o podem esperar que isso aconte&amp;ccedil;a, o que os interessa s&amp;atilde;o id&amp;eacute;ias fortes e aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;aacute;ticas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Estamos defendendo neste artigo, escrito mais pela &amp;oacute;tica do pedagogo que pela do pesquisador, uma id&amp;eacute;ia que pode ser resumida assim: apesar de sua grande variedade, todos os softwares educativos t&amp;ecirc;m uma caracter&amp;iacute;stica comum, que &amp;eacute; sua infinita paci&amp;ecirc;ncia em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos erros das crian&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia pr&amp;aacute;tica &amp;eacute; que essa &amp;eacute; uma propriedade que pode ser explorada para melhorar processos de aprendizagem espec&amp;iacute;ficos e ao mesmo tempo ajudar o desenvolvimento de uma auto-imagem mais confiante e positiva em nossas crian&amp;ccedil;as e jovens.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Come&amp;ccedil;amos com um exemplo que ilustra esse ponto de vista. A hist&amp;oacute;ria foi contada h&amp;aacute; alguns anos por um professor que trabalhava, em Curitiba, em uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de apoio psicopedag&amp;oacute;gico a alunos(as) de escolas p&amp;uacute;blicas com &amp;ldquo;dificuldades de aprendizagem&amp;rdquo;. Nela, ele relata o uso que fez de um software que todos n&amp;oacute;s consider&amp;aacute;vamos de p&amp;eacute;ssima qualidade, pois se limitava a apresentar &amp;ldquo;continhas&amp;rdquo; com fra&amp;ccedil;&amp;otilde;es em um contexto graficamente muito pobre e que n&amp;atilde;o tinha rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o nenhuma com o conte&amp;uacute;do do jogo:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Antes de usar o software &amp;lsquo;x&amp;rsquo; com os alunos, eu achava este um p&amp;eacute;ssimo produto, sem nenhuma criatividade, mec&amp;acirc;nico. Mas, como ele era o &amp;uacute;nico jogo de computador dispon&amp;iacute;vel na &amp;aacute;rea de Matem&amp;aacute;tica, n&amp;oacute;s o experimentamos com um grupo de alunos &amp;lsquo;fracos&amp;rsquo; e repetentes de 3.&amp;ordf; s&amp;eacute;rie, muito atrasados em Matem&amp;aacute;tica. Os resultados me impressionaram. Isso porque, depois de muitos erros, eles foram selecionando n&amp;iacute;veis cada vez mais simples de desafios e chegaram a exerc&amp;iacute;cios que at&amp;eacute; mesmo eles conseguiam resolver. Foi muito impressionante ver sua rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o quando apareceu &amp;lsquo;&amp;frac12; + &amp;frac12; =?&amp;rsquo; na tela: todos come&amp;ccedil;aram a dizer, excitados, &amp;lsquo;1, coloca 1!&amp;rsquo; e, quando receberam a mensagem de &amp;lsquo;parab&amp;eacute;ns!&amp;rsquo;, seus rostos se iluminaram. Eles adoraram a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcionada pelo software, que aplaudia os acertos e n&amp;atilde;o reprimia os erros. Al&amp;eacute;m disso, usamos a possibilidade de cadastrar novos desafios para oferecer problemas que eles come&amp;ccedil;aram a resolver (os mesmos que n&amp;atilde;o queriam fazer com l&amp;aacute;pis e papel). Os resultados foram &amp;oacute;timos, inclusive em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; performance na escola, principalmente porque essas crian&amp;ccedil;as ganharam confian&amp;ccedil;a interagindo com o software.&amp;rdquo; - &lt;em&gt;Relato do professor Marco Aur&amp;eacute;lio Mikosz&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Os alunos mencionados aqui eram considerados &amp;ldquo;p&amp;eacute;ssimos&amp;rdquo; e j&amp;aacute; viviam com a sina de serem vistos assim, dentro e fora da escola. O que existe de quase absurdo nessa hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; que foi somente com um software de qualidade med&amp;iacute;ocre que esses alunos viveram suas primeiras experi&amp;ecirc;ncias escolares de &amp;ldquo;acertar&amp;rdquo;. &amp;Eacute; essa experi&amp;ecirc;ncia que parece ter sido decisiva na mudan&amp;ccedil;a que acabou levando, at&amp;eacute; mesmo, a grandes melhoras desses alunos em seu rendimento dentro da escola.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O exemplo ilustra uma hip&amp;oacute;tese que, mesmo que apresentada aqui de forma um pouco &amp;ldquo;crua&amp;rdquo;, &amp;eacute; fruto de bastante reflex&amp;atilde;o e algo com que muitos(as) de n&amp;oacute;s devem concordar:A imensa maioria das dificuldades de aprendizagem n&amp;atilde;o se deve a &amp;ldquo;defici&amp;ecirc;ncias cognitivas&amp;rdquo;, mas &amp;agrave; falta de autoconfian&amp;ccedil;a de crian&amp;ccedil;as e de adolescentes que se acostumaram a ouvir e a dizer &amp;ldquo;n&amp;atilde;o sei&amp;rdquo;, &amp;ldquo;n&amp;atilde;o posso&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Alunos(as) que internalizam essa vis&amp;atilde;o negativa acabam nem se engajando em an&amp;aacute;lises espec&amp;iacute;ficas, pois, diante de uma dificuldade, ficam como que paralisados(as) pela autocr&amp;iacute;tica e pela convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua pr&amp;oacute;pria incompet&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;A escola n&amp;atilde;o parece capaz, na maioria dos casos, de mudar essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ali&amp;aacute;s, muito pelo contr&amp;aacute;rio), mas n&amp;atilde;o adianta querer culpar professores por isso. Quem &amp;eacute; ou foi professor sabe que &amp;eacute; quase imposs&amp;iacute;vel para quem lida com grupos de 20 a 30 alunos concentrar seu trabalho nos alunos &amp;ldquo;mais fracos&amp;rdquo;, pois &amp;eacute; preciso dar aulas para &amp;ldquo;a m&amp;eacute;dia&amp;rdquo;, para &amp;ldquo;a maioria&amp;rdquo; que consegue acompanhar o ritmo. &amp;ldquo;Atrasados&amp;rdquo; desde o come&amp;ccedil;o, muitos alunos acabam passando seus anos de escola sendo cada vez mais marginalizados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Devido &amp;agrave; grande paci&amp;ecirc;ncia dos computadores, intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es com softwares educativos podem ser um novo elemento para nos ajudar a tentar mudar essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Mais um exemplo: crian&amp;ccedil;as de ciclo 1 que t&amp;ecirc;m dificuldade para ler podem se divertir e aprender muito com softwares e desafios concebidos para crian&amp;ccedil;as em idade pr&amp;eacute;-escolar. At&amp;eacute; mesmo um jogo simples como o da &amp;ldquo;forca&amp;rdquo; adquire caracter&amp;iacute;sticas novas ao ser desenvolvido para computadores e &amp;eacute; grandemente apreciado por crian&amp;ccedil;as sem confian&amp;ccedil;a para jog&amp;aacute;-lo fora do computador.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Mas por que isso acontece? Essa &amp;eacute; uma quest&amp;atilde;o interessante e que precisa ser mais explorada e discutida, mas, aparentemente, a impessoalidade e a paci&amp;ecirc;ncia infinita dos programas de computador - mesmo que eles jamais possam ter a sensibilidade de um bom educador - fazem com que at&amp;eacute; mesmo os erros sejam vistos de forma l&amp;uacute;dica. O fato de receber o tempo todo rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es positivas, mesmo em caso de erro, de uma tela de computador faz com que essas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o sejam vivenciadas como &amp;quot;puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot; ou &amp;quot;censura&amp;quot;, ao contr&amp;aacute;rio do que pode acontecer quando a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o fica a cargo de um &amp;quot;outro&amp;quot; de carne e osso...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Muitos especialistas criticam os softwares simples e prim&amp;aacute;rios, como os de nossos exemplos, e defendem o uso apenas de materiais em que haja espa&amp;ccedil;o para cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, autoria e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Pessoalmente, j&amp;aacute; tive a mesma vis&amp;atilde;o e continuo a favor do desenvolvimento e do uso de softwares cada vez mais sofisticados &amp;mdash; como as novas vers&amp;otilde;es do Logo ou produtos como o Cabri Ge&amp;ocirc;metra.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Mas tamb&amp;eacute;m defendo a id&amp;eacute;ia de que at&amp;eacute; mesmo os softwares mais simples e elementares podem trazer resultados surpreendentes e que eles n&amp;atilde;o devem ser descartados de nosso &amp;ldquo;arsenal&amp;rdquo; de recursos did&amp;aacute;ticos, principalmente porque normalmente s&amp;atilde;o mais acess&amp;iacute;veis e baratos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Com uma boa biblioteca de softwares, uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, quando encontramos alunos com dificuldades em alguma &amp;aacute;rea espec&amp;iacute;fica, &amp;eacute; procurar atividades, nessa mesma &amp;aacute;rea, que sejam dirigidas a uma faixa de idade inferior &amp;agrave; desses alunos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Ali&amp;aacute;s, o mesmo princ&amp;iacute;pio vale para todos(as) os(as) alunos(as), e, por exemplo, uma crian&amp;ccedil;a que gosta muito de Matem&amp;aacute;tica pode explorar produtos que oferecem desafios matem&amp;aacute;ticos para n&amp;iacute;veis de estudo cada vez mais avan&amp;ccedil;ados, em vez de ser obrigada &amp;mdash; como acontece hoje em dia &amp;mdash; a seguir o mesmo ritmo de toda a classe, vendo exerc&amp;iacute;cios que j&amp;aacute; sabe resolver.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Os exemplos ilustram a id&amp;eacute;ia de que um bom acervo de softwares educativos pode nos ajudar na implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que atualmente chamamos de uma &amp;ldquo;pedagogia diferenciada&amp;rdquo;, pois permite diversificar as possibilidades de atividades oferecidas a alunos e alunas e proporcionar desafios mais adequados para cada um(a).&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Para concluir, &amp;eacute; importante deixar muito claro que atualmente, do ponto de vista da pesquisa acad&amp;ecirc;mica, n&amp;oacute;s simplesmente n&amp;atilde;o sabemos quase nada sobre o que est&amp;aacute; sendo discutido aqui, sobre as novas e diferentes concep&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;ldquo;erro&amp;rdquo; e &amp;ldquo;acerto&amp;rdquo; que se desenvolvem e sobre o que nossas crian&amp;ccedil;as podem tirar de suas intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es com computadores e softwares, mesmo quando estes podem ser considerados de baixa qualidade e embasados em teorias de aprendizagem ultrapassadas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Mas &amp;ldquo;n&amp;atilde;o saber quase nada&amp;rdquo;, enquanto pesquisadores, n&amp;atilde;o pode ser uma desculpa para deixarmos de explorar &amp;mdash; pragmaticamente, no dia-a-dia da escola e da fam&amp;iacute;lia &amp;mdash; a possibilidade de que at&amp;eacute; mesmo o uso de softwares educativos extremamente simples possa produzir resultados surpreendentes. N&amp;atilde;o podemos ter a mesma paci&amp;ecirc;ncia que t&amp;ecirc;m os computadores e aguardar as certezas acad&amp;ecirc;micas, pois temos urg&amp;ecirc;ncia em ensinar de forma cada vez mais diversificada e melhor.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Este artigo se encerra, assim, com um duplo convite: aos pesquisadores, para que d&amp;ecirc;em mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; natureza espec&amp;iacute;fica das intera&amp;ccedil;&amp;otilde;es crian&amp;ccedil;a&amp;mdash;computador e n&amp;atilde;o restrinjam suas an&amp;aacute;lises apenas ao uso dos softwares mais sofisticados; e aos educadores, para que levem em conta a possibilidade de que, gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; sua &amp;ldquo;paci&amp;ecirc;ncia de J&amp;oacute;&amp;rdquo;, os computadores associados aos softwares educativos sejam aliados poderosos n&amp;atilde;o apenas para ensinar, mas para alcan&amp;ccedil;armos um dos objetivos mais importantes e b&amp;aacute;sicos da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o: ajudar cada crian&amp;ccedil;a a construir uma auto-imagem positiva.&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-05-13 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=364ea6fc04744d2e884070b4ef99dc7b</link>
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<title>Como utilizar as tecnologias educacionais na escola</title>
<description>&lt;p&gt;Desde que o computador &amp;ldquo;colocou&amp;rdquo; os p&amp;eacute;s na escola, nos anos 1980 e 1990, que o dilema permanece... Desde Papert com seu Logo at&amp;eacute; os dias atuais de &lt;i&gt;blogs&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;sites&lt;/i&gt; que se busca uma resposta exata.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;J&amp;aacute; vivemos a &amp;eacute;poca da Inform&amp;aacute;tica terceirizada, em que empresas levam &amp;agrave; nossa escola &amp;ldquo;uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa&amp;rdquo;. Passamos pelos &lt;i&gt;softwares&lt;/i&gt; educativos, os de autoria, pela necessidade de capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes e, c&amp;aacute; estamos n&amp;oacute;s, ainda discutindo...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o tenho uma resposta definitiva, por&amp;eacute;m, pelas viv&amp;ecirc;ncias e experi&amp;ecirc;ncias destes &amp;uacute;ltimos 15 anos dedicados ao estudo das tecnologias educacionais, acredito que os recursos digitais contempor&amp;acirc;neos devem ser introduzidos na escola de acordo com o projeto pedag&amp;oacute;gico.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Devem propiciar momentos de aprendizagem, com base nos conte&amp;uacute;dos curriculares, nas necessidades espec&amp;iacute;ficas dos grupos, nos temas de pesquisas propostos... E n&amp;atilde;o soltos pelo ar...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Vamos perceber as diferen&amp;ccedil;as entre o uso integrado ao projeto pedag&amp;oacute;gico e outro meio &amp;ldquo;de qualquer jeito&amp;rdquo;:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;h3&gt;&amp;nbsp;Modelo 1&lt;/h3&gt;&#13;
&lt;p&gt;Uma professora de l&amp;iacute;ngua portuguesa decide fazer um &lt;i&gt;blog&lt;/i&gt; com os alunos. D&amp;aacute; um tema qualquer e orienta que cada aluno deve fazer o seu.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Depois acessa cada um, corrige eventuais erros ortogr&amp;aacute;ficos e gramaticais, e pronto.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;h3&gt;Modelo 2&lt;/h3&gt;&#13;
&lt;p&gt;Uma escola realiza a leitura de um livro por bimestre. Em vez de indicar um livro, a professora disponibiliza 10 t&amp;iacute;tulos aos alunos. Para que ela possa acompanhar o trabalho, bem como os colegas, sugere que os alunos montem um &lt;i&gt;blog&lt;/i&gt; sobre sua escolha liter&amp;aacute;ria. Orienta sobre alguns itens que s&amp;atilde;o essenciais ao trabalho: mencionar ficha t&amp;eacute;cnica do livro, escrever um sum&amp;aacute;rio, descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos principais personagens, etc.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Os colegas que leram as mesmas obras podem contribuir uns com os outros e toda a turma deve acessar os &lt;i&gt;blogs&lt;/i&gt; dos colegas de modo a conhecer outros livros.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da leitura propriamente dita, a docente trabalhou as quest&amp;otilde;es da escrita, o trabalho de equipe, o gosto pela leitura, entre outros aspectos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O modelo 2 &amp;eacute; muito mais significativo, n&amp;atilde;o?&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Assim creio que a grande quest&amp;atilde;o &amp;eacute; utilizar as tecnologias para potencializar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pedag&amp;oacute;gicas. E diria mais: entre usar &amp;ldquo;meia-boca&amp;rdquo; e n&amp;atilde;o usar, prefiro n&amp;atilde;o usar nada de tecnologias contempor&amp;acirc;nea e realizar um bom trabalho em sala de aula. O uso inadequado de tais recursos n&amp;atilde;o traz apenas preju&amp;iacute;zos acad&amp;ecirc;micos, mas rouba o bem mais precioso que o ser humano tem: o tempo!&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Enfim, antes de ir ao Laborat&amp;oacute;rio de Inform&amp;aacute;tica, &amp;eacute; preciso inserir essa atividade no planejamento, contextualiz&amp;aacute;-la e torn&amp;aacute;-la &lt;b&gt;significativa&lt;/b&gt; sob o ponto de vista educacional, e n&amp;atilde;o apenas prazerosa...&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Como t&amp;ecirc;m sido as suas pr&amp;aacute;ticas de uso de tecnologia educacional? Escreva para mim!&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-05-04 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=970e2d9196e24bb9b505a9f8e5008e41</link>
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<title>Redes Sociais - Orkut e Facebook - a nova onda na vida de estudantes de toda idade!</title>
<description>&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&amp;nbsp;O &lt;em&gt;Orkut &lt;/em&gt;e o &lt;em&gt;Facebook &lt;/em&gt;s&amp;atilde;o, antes de tudo, &lt;i&gt;softwares&lt;/i&gt; criados para relacionamento, intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e troca de ideias e devemos estar atentos a esses princ&amp;iacute;pios quando resolvemos conhec&amp;ecirc;-los mais de perto e investir neles. Basicamente o trabalho com os dois s&amp;atilde;o o mesmo, s&amp;oacute; que existem possibilidades dentro de um que n&amp;atilde;o existem no outro, como postar fotos dentro dos grupos de discuss&amp;atilde;o, ou das p&amp;aacute;ginas tem&amp;aacute;ticas, como o Facebook por exemplo, ferramenta que o Orkut ainda n&amp;atilde;o possui. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Desses, o mais conhecido e utilizado no Brasil &amp;eacute; o &lt;i&gt;Orkut&lt;/i&gt;, por isso caso a escola resolva investir nessas redes sociais, melhor que o fa&amp;ccedil;a nele para depois tentar o &lt;i&gt;Facebook&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Essas redes sociais apresentam ferramentas como grupos de discuss&amp;atilde;o (ou comunidades) com diversos temas educacionais. Por exemplo, na rede social &lt;i&gt;Orkut&lt;/i&gt; encontra-se mais de mil comunidades sobre Matem&amp;aacute;tica. Dentre elas, est&amp;aacute; a chamada &amp;ldquo;Eu amo matem&amp;aacute;tica&amp;rdquo;, em que existem mais de 90 mil membros, com t&amp;oacute;picos de discuss&amp;atilde;o que giram em torno da resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de teorias e problemas matem&amp;aacute;ticos. Os membros postam suas d&amp;uacute;vidas e s&amp;atilde;o auxiliados por professores e alunos que gostam e entendem da disciplina. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Visto desse &amp;acirc;ngulo, muito dos conte&amp;uacute;dos expostos nessas redes sociais s&amp;atilde;o os mesmos tratados em sala de aula, por&amp;eacute;m, nelas, os conte&amp;uacute;dos s&amp;atilde;o tratados de maneira colaborativa, pois tanto alunos como professores podem dar suas opini&amp;otilde;es e apresentar suas d&amp;uacute;vidas sem medo e com a certeza de que ser&amp;atilde;o ajudados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Outra ferramenta s&amp;atilde;o os APPS, aplicativos produzidos por empresas, que podem ser adicionados aos perfis dos usu&amp;aacute;rios e muitos deles podem ser utilizados por grupos. Existem jogos dispon&amp;iacute;veis nessas redes que envolvem c&amp;aacute;lculo matem&amp;aacute;tico e exigem boa comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Esses aplicativos podem ser utilizados em sala de aula para ajudar a explicar alguns conceitos como c&amp;aacute;lculo, tipo de escrita, conhecimentos gerais, inclusive Hist&amp;oacute;ria e Geografia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Um dos aplicativos mais acessados atualmente na rede &lt;i&gt;Orkut&lt;/i&gt; &amp;eacute; o &amp;ldquo;Colheita feliz&amp;rdquo;. Nele, o jogador pode ter uma fazenda de verdade, invadir a fazenda de seus amigos para &amp;ldquo;roubar&amp;rdquo; frutos ou ajud&amp;aacute;-los a manter a planta&amp;ccedil;&amp;atilde;o livre de pestes e pragas. Pode, ainda, comprar novas terras e aumentar sua planta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Se o professor estiver disposto a conhecer o aplicativo, pode explorar muitos conceitos, dentro do programa, que s&amp;atilde;o trabalhados em aula e ainda vai contar com o interesse dos seus alunos em sala.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;O &lt;i&gt;Orkut&lt;/i&gt; &amp;eacute; um dos ambientes virtuais mais acessados hoje por esses jovens e at&amp;eacute; mesmo por crian&amp;ccedil;as e embora seja &amp;ldquo;proibido&amp;rdquo; e discut&amp;iacute;vel a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de menores nos &lt;i&gt;sites&lt;/i&gt; de relacionamento, o fato &amp;eacute; que eles est&amp;atilde;o l&amp;aacute;, &lt;i&gt;on-line&lt;/i&gt;, nessas redes sociais. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Se o professor n&amp;atilde;o conseguir compartilhar com os alunos a mesma cultura, n&amp;atilde;o consegue estabelecer um di&amp;aacute;logo. Precisam se integrar a essa realidade porque os desafios s&amp;atilde;o numerosos e constantes; &amp;eacute; essencial apropriar-se da funcionalidade e da ess&amp;ecirc;ncia dos objetos e ambientes virtuais de aprendizagem, aproveitar da viv&amp;ecirc;ncia e experi&amp;ecirc;ncia dos alunos com os diversos &lt;i&gt;softwares&lt;/i&gt; para incorporar a cultura digital e virtual e aprimorar a sua pr&amp;aacute;tica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;A escola e ou outras institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es voltadas &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o necessitam permear os processos de ensino e aprendizagem desses recursos midi&amp;aacute;ticos. O trabalho com as tecnologias precisa ser em equipe, porque se apenas um professor responder pelo conhecimento do processo e da m&amp;iacute;dia, os outros tendem a se desinteressar pelo assunto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Nesse ambiente virtual tem-se a possibilidade de criar perfis ou comunidades para se aproximar mais de seu p&amp;uacute;blico-alvo, mas deve-se tomar cuidado e ter sempre algu&amp;eacute;m atento a esse aspecto para que n&amp;atilde;o sejam postados assuntos que possam denegrir a imagem da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A escola deve tamb&amp;eacute;m criar uma comunidade adequada ao p&amp;uacute;blico que quer atingir. Se for para p&amp;uacute;blico jovem, deve manter a comunidade ativa e com not&amp;iacute;cias e desafios que interessem a esses jovens. Se for para os pais, a mesma abordagem, ou seja, os assuntos devem ser de interesse para eles. &amp;Eacute; importante lembrar que esse &amp;eacute; um espa&amp;ccedil;o de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e discuss&amp;atilde;o, ent&amp;atilde;o, caso a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o esteja disposta a ouvir e responder aos t&amp;oacute;picos de discuss&amp;atilde;o, pode criar uma ferramenta contra e n&amp;atilde;o a favor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;Al&amp;eacute;m de aproveitar os grupos de discuss&amp;atilde;o e os aplicativos j&amp;aacute; existentes, os professores podem criar comunidades pr&amp;oacute;prias para suas turmas com temas relacionados &amp;agrave; sua disciplina, ou &amp;agrave; comunidade de uma determinada turma, ou at&amp;eacute; mesmo da escola. Nesta, podem ser postadas d&amp;uacute;vidas e colabora&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os temas expostos em sala de aula, o que s&amp;oacute; funcionar&amp;aacute; bem se o professor direcionar o uso dos meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, criar regras de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e estiver disposto a acompanhar de perto o andamento da comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;&amp;Eacute; conveniente, mesmo sendo uma comunidade moderada - na qual os membros podem ser ou n&amp;atilde;o aceitos pelo moderador -, que outras pessoas com interesse nos mesmos assuntos possam entrar e discutir com a turma. Esse processo aumenta a vontade de colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ideias, pois eles percebem a curiosidade e o empenho n&amp;atilde;o s&amp;oacute; dos colegas, mas de pessoas desconhecidas e podem se sentir mais motivados a interagir. E tamb&amp;eacute;m por esse motivo, a presen&amp;ccedil;a do professor respons&amp;aacute;vel &amp;eacute; important&amp;iacute;ssima para filtrar pessoas com m&amp;aacute;s inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es e afins... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;span style=""&gt;As pessoas, de maneira geral, gostam de se sentir &amp;uacute;teis e de transmitir os conhecimentos que possuem e a Web hoje &amp;eacute; o grande meio para isso. Vamos come&amp;ccedil;ar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Quer saber mais sobre as redes sociais Facebook e Orkut? Acesse:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;lt;&lt;a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1313595-6174,00-ENTENDA+COMO+FUNCIONA+O+FACEBOOK.html"&gt;http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1313595-6174,00-ENTENDA+COMO+FUNCIONA+O+FACEBOOK.html&lt;/a&gt;&amp;gt;. Acesso em: 30. mar. 2010.&lt;br /&gt;&#13;
&amp;lt;&lt;a target="_blank" href="http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/tag/facebook/"&gt;http://veja.abril.com.br/blog/vida-em-rede/tag/facebook/&lt;/a&gt;&amp;gt;. Acesso em: 30. mar. 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Quer saber mais sobre as principais diferen&amp;ccedil;as entre Orkut e Facebook? Acesse: &lt;br /&gt;&#13;
&amp;lt;&lt;a target="_blank" href="http://www.baixaki.com.br/info/3937-orkut-x-facebook-quais-as-principais-diferencas-.htm"&gt;http://www.baixaki.com.br/info/3937-orkut-x-facebook-quais-as-principais-diferencas-.htm&lt;/a&gt;&amp;gt;. Acesso em: 31. mar. 2010.&lt;/p&gt;</description>
<pubDate>2010-05-04 00:00:00</pubDate>
<link>http://www.editorapositivo.com.br/editora-positivo/professores-e-coordenadores/para-sala-de-aula/tecnologia-educacional/leitura.html?newsID=e9d50d1f117340afa7a1486521c7927b</link>
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